Trabalho escolar literário: O Ateneu.

livro-o-ateneuÁ alguns meses atrás, meu professor de Português pediu para que formássemos grupos de quatro pessoas, e cada grupo iria ter que ler um livro da Literatura Clássica (Romantismo). Eu e meu grupo, ficamos com o livro chamado “O Ateneu”.  Para ser sincera, como vocês já estão bem cientes disso, o meu forte literário é sobre filmes e séries. Odeio ler livros sem ter vontade, e quando é assim, eu demoro bastante para terminar a leitura. Mas não tem jeito, tinha que ter lido! Quando chegasse o dia da minha apresentação, eu iria ter que contar um pouco sobre o livro, e cada um iria receber nota separado. Esse trabalho, foi para foder a paçoca!

Mas trabalho dado, foi feito, e cá estou eu para fazer uma resenha desse incrível só que não livro. 

Em O Ateneu, Sérgio, narrador e personagem principal, relata, num tom de pessimismo, os dois anos vividos no Ateneu, um internato para meninos. A excelência da escola, dirigida pelo severo pedagogo Aristarco Argolo de Ramos, no Rio de Janeiro, era conhecida nacionalmente. Por isso, tinha em suas classes alunos provenientes de respeitáveis famílias cariocas e também de outros estados.

No início do ano letivo, Sérgio, então com 11 anos de idade, chega ao colégio pelas mãos do pai que, profeticamente, lhe diz: “Vais encontrar o mundo […]. Coragem para a luta”. Quando o pai vai embora, deixando-o só, ele chora. Criança que, até então, vivera sob o doce aconchego do amparo familiar, Sérgio logo vivenciará o verdadeiro significado da premonição paterna, percebendo que por trás da nobre pedagogia e da pompa dos dias de festa – ele o visitara em dois desses dias -, existia um mundo hostil, hipócrita e egoísta.

O edifício do Ateneu era fechado e triste, apesar da natureza verdejante ao redor. Logo no início das aulas, o professor Mânlio recomenda Sérgio a Rebelo, o mais sério de seus alunos, que o adverte da necessidade de ser homem e forte ali, e, para tanto, Sérgio deveria começar não admitindo protetores. Os meninos tímidos e ingênuos eram automaticamente colocados no grupo dos fracos, sendo então dominados, pervertidos como meninas ao desamparo, que precisavam de ‘protetores’ – meninos fisicamente fortes que protegiam os mais fracos em troca, principalmente, de favores sexuais.

Os colegas de classe, cerca de vinte tipos divertidos, são descritos como deprimentes. Franco, menino pobre, agressivo e problemático, era considerado por todos o bode expiatório, sendo por isso alvo de severas punições. Barbalho, de cara amarela, olhos vesgos e gordura balofa, sentava-se no fundo, e, sempre que possível, com um riso cínico, fazia chacota de Sérgio que, um dia, não suportando mais, rolou com ele em uma briga feroz. Outra fonte de constrangimento explícito, no Ateneu, era a leitura das notas todas as manhãs por Aristarco que, com veemência, enaltecia os mais fortes e, sem piedade, desmoralizava os mais fracos.

No quintal do Ateneu havia uma piscina, ‘vasta toalha d’água ao rés da terra’, escoando para o Rio Comprido. Ali, no calor, em meio a uma grande algazarra e alegria, os meninos se banhavam. Um dia, alguém, talvez o próprio Sanches, para se aproximar de Sérgio, puxa-o, maldosamente, pelas pernas, fazendo-o afundar e se afogar. Sanches o salva, a partir de então, devendo-lhe a vida, demonstra toda gratidão para com ele.

Angustiado e acovardado, Sérgio indaga qual o seu destino ‘naquela sociedade que o Rebelo descrevera horrorizado, com meias frases de mistério, suscitando temores indefinidos, recomendando energia, como se coleguismo fosse hostilidade’. Rompendo com a decisão de não admitir para si um ‘protetor’, passa a desejar que alguém o socorra, e o inteligente Sanches desempenhará esse papel. Primeiro aluno da classe, além de proteção, o auxilia nos estudos, que passa a demonstrar melhoras no rendimento escolar. Apesar de amigos, Sérgio sente um certo asco pelo jeito pegajoso do companheiro que tenta mais e mais se encostar nele. Um dia, não aguentando mais as pressões sexuais de Sanches, o menino se afasta.

Após o susto da piscina e o rompimento com Sanches, Sérgio vivencia um período místico muito pessoal. Santa Rosália, cuja gravura em cartão traz dentro da blusa de brim, em santo contato, torna-se sua padroeira mor. Além da religião, busca também consolo nos astros. Adora as aulas noturnas de Astronomia de Aristarco.

Nesse período, o traço marginal de Franco também o atrai, aproximando-se dele acaba participando de uma traquinagem sórdida. Para vingar-se da punição recebida no caso da urina na bomba do poço e, consequentemente, na água de lavar pratos, Franco convida Sérgio para irem aos arredores da escola, onde juntaram algumas garrafas velhas que trouxeram até a piscina. Ali Franco quebrou-as e jogou os cacos no tanque para que todos se machucassem no dia seguinte. No desespero, atormentado pelo remorso e pela cumplicidade, Sérgio perde o sono e se põe a rezar freneticamente para sua padroeira na capela, onde adormece rezando. Por um feliz acaso, no dia seguinte, o tanque foi esvaziado e os meninos se banharam no chuveiro.

Após este acontecimento, o garoto passa ver a religião de outra maneira. Conclui que o misticismo estava degradando-o e ‘a convivência fácil com o Franco era a prova’. Para ele nada era mais melancólico que a morte certa, o inferno para sempre, juízo final rigoroso. Rebaixando a função de Santa Rosália para uma mera marcadora de livros, leva o cartão à sala de estudos e coloca-o entre as páginas de um livro. Pouco tempo depois, ele desaparece. Sérgio acredita que algum apaixonado por gravuras a levara. Nesse período, graças à intervenção discreta do pai a seu favor, as condições no colégio melhoram para ele. Mais confiante, passa a olhar os inimigos de cima.

Funda-se no colégio o Grêmio Literário Amor ao Saber para exercício da retórica. Ali Nearco da Fonseca, aluno novo, que nos esportes era um fracasso, revela-se excelente orador. Bento Alves, rapaz bom, forte e misterioso, é o bibliotecário do Grêmio. Torna-se conhecido e respeitado por ter segurado o assassino de um dos funcionários da escola. O crime foi passional e Ângela, camareira da esposa do diretor, tinha sido a causa. Nas reuniões, Sérgio aproxima-se do bibliotecário, e logo se tornam companheiros, vendo seu relacionamento dessa forma: ‘estimei-o femininamente, porque era grande, forte, bravo; porque me podia valer; porque me respeitava, quase tímido, como se não tivesse ânimo de ser amigo’.

Barbalho, inimigo antigo de Sérgio, estava de olho nas gentilezas e olhares afetuosos entre Bento e o novo amigo. Conta o que vê a Malheiro, para que este, rival de Bento Alves, provoque-o. Em meio a uma sessão solene do Grêmio, Bento Alves e Malheiro brigam violentamente. Malheiro toma uma surra, Bento Alves é preso e Sérgio, sem favores sexuais, aceita melhor o papel de ‘dama romântica’, mergulhada no desespero.

Um pouco antes de terminar o ano, o Ateneu era um tédio. Terminam as provas, nas quais Sérgio se sai bem, e finalmente chegam as férias. Nesses dois meses, o menino reflete sobre o mundo exterior, sobre o trabalho do tempo e, ao voltar, sente-se mais presidiário do que nunca. As excursões do internato ao Corcovado e ao Jardim Botânico eram momentos de festa, alegria e liberdade temporária. Nessa volta, o comportamento de Bento muda. Assim que vê o amigo, passa a agredi-lo. Em luta feroz, rolam no vão da escada, sem perceber a presença de Aristarco. Sem ligar muito, o diretor silencia sobre o que vira. Bento Alves acaba saindo do Ateneu.

Um pequeno escândalo acontece no colégio, dois garotos estão namorando, e Aristarco, que tinha a carta amorosa de ambos, arma um clima de terror e medo entre os alunos. Além disso, estoura mais uma celeuma; ‘a revolta da falsa goiabada’. Aristarco, empresário frio e ambicioso, teve que se desculpar, porque os meninos tinham razão; estavam comendo ‘goiabada de banana’ há três meses, e a ‘paz’ volta a reinar.

Sérgio consegue uma nova e verdadeira amizade. Egbert é um formoso garoto de origem inglesa. Tudo nele causa admiração: do coração à correção das formas. Passam a fazer tudo juntos; eram inseparáveis. Graças às boas notas obtidas, como prêmio, os amigos recebem um convite para jantar na casa do diretor, e Sérgio volta totalmente encantado por Dona Ema, a mulher de Aristarco. Esta, que até então era algo distante e motivo de boatos entre os alunos, surge nos seus sonhos como uma imagem ambígua, misto de ‘mãe’ e ‘mulher’ Algo ocorre em seu íntimo também; passa a perceber Egbert como uma recordação distante. A amizade e o elo fraternal entre o dois começam a esfriar.

A mudança para o dormitório dos maiores o afasta ainda mais de Egbert. A camareira Ângela desperta nele e nos outros meninos uma incontrolável sensualidade. Lembrando-se de Franco, Sérgio vai visitá-lo. Encontra-o doente, com febre após sua última prisão; expusera-se propositalmente ao sereno. Diz que não é nada; um dia sem condições para se levantar, recebe a visita do médico duas vezes. Morre, alguns dias depois. Ao desmancharem a cama, cai dos lençóis um cartão: uma gravura de Santa Rosália; a padroeira desaparecida.

A preparação das solenidades de fim de ano ocupa a todos. A festividade conta com a presença de figuras de vulto da cidade. Entre elas: a princesa Regente e o Ministro do Império. Aristarco discursa empolgado e, após a entrega das medalhas e menções honrosas, é homenageado com o seu busto em bronze.

Logo depois da festa de educação física, Sérgio adoece; esta com sarampo. Devido a isso e à enfermidade do pai que viajara com toda a família para a Europa, tem de ficar na enfermaria da escola no período de férias. Sob os cuidados de Dona Ema, um clima de doçura, amor maternal, amor filial, erotismo paira sobre eles, intensificando seus conflitos internos.

Um grito faz Sérgio estremecer no leito e escancarar a janela; o Ateneu está em chamas. Américo, um menino estranho, que ficara na escola, obrigado pela família e que sumira dali, é o principal suspeito do incêndio. Desaparecera também a senhora do diretor que, desconsolado, presencia tristemente sua obra sucumbir.

Pra quem conseguiu ler tudo até aqui, deu pra ver que o livro é bem chatinho, né? Mas, fazer o que, nota é nota.

 

Conversas em exesso na sala de aula.

sala-de-aulaSeguinte galera, eu não sou nenhum tipo de aluna excelente que tira notas super altas, não tem dificuldade em nenhuma matéria e não da “um piu” dentro da sala de aula, mas sou uma garota que tem o famoso SEMANCOL, que muitas pessoas não tem!

Os professores passam todos os dias do ano letivo explicando matéria e a bagunça sempre acaba rolando solta nas salas de aulas, todo mundo conversa. Até eu. Mas, quando vai chegando as semanas de provas, dias antes o professor apesar de toda aquela conversa e de atrapalhar muito a sua aula, ele ainda é super gente boa por passar a revisão, que acaba ajudando a beça na avaliação. Mas não basta conversar todo os dias, todas as horas, incluindo horário de aula normal, tem que conversar também na hora da bendita revisão, e atrapalhar aqueles que querem ouvir o professor e se dar bem na prova.

Agora eu pergunto com a minha doce e querida educação: PORRA! Qual é o tipo de caralho a quatro de problemas que vocês tem?

Se você não quer prestar atenção na revisão e se dar bem na prova, parceiro… problema seu! Mas vê se começa a usar o “semancol” da vida e se tocar de que tem pessoas dentro da sala que quer ouvir explicações, fazer anotações e tirar dúvidas.

Tem sempre aquele povinho infernal, que resolve fazer “panelinhas” bem do seu lado. Senta todo mundo junto, e começa aquela porra de conversa alta e risada alta. Meu querido, pra que essa porra de exagero? Pra quê conversar gritando e soltar uma risada alta? Tu já se tocou que tem gente do seu lado querendo estudar? -Ah não? Vai se foder filho da puta, acha que eu to aqui acordando cedo e vindo pra essa porra de escola pra que?- 

Ai você ta de boa, sentado na sua mesa, fazendo sua lição e prestando atenção no professor e chega um indivíduo, chama sua atenção e você desvia o olhar do professor até a pessoa e ela fala: “fulano, posso sentar aqui na sua mesa?” 

VAI SE FODER PORRA!

Além de desviar sua atenção, vem com uma bosta dessa pergunta. Amiguinhos e amiguinhas, eu odeio isso, na boa! Odeio mesmo… então se você é assim: SE TOCA COLEGA!

Desabafei…!

Semana de provas: História e Arte do Segundo ano.

garfield estudar (1)Amanhã, para a minha enorme infelicidade terei duas provas: Artes e História. Por isso, como eu sempre posto um resumo aqui após ter estudado, cá estou eu. Fiz um resuminho bem legal, fácil de entender e coisas não difíceis de serem decoradas. Go go?!

Arte.

Conteúdo: Idade Média, Os Três Fotógrafos e Romantismo.

  • Representação social na Idade Média: O teatro mundial surgiu a partir das cerimônias religiosas cristãs. → Diversas passagens sagradas do cristianismo. O público tinha envolvimento total com o evento ou porque ajudava a construí-lo, ou porquê participava de um evento que era íntimo e tinha grandes significado significado para a sua vida.

* PALCOS SIMULTÂNEOS: convidam o público a deslocar-se, de um cenário para outro.

* PALCOS ITALIANOS: instaura uma profunda divisão entre os dois mundos: o palco e a plateia.

Os três importantes fotógrafos:

Cristiano Mascaro: Um grande fotógrafo que focava seu trabalho no urbanismo. 

Araquém Alcântara: Um grande fotógrafo que focava seu trabalho na natureza.

Henri Cartier Brensson: Um grande fotógrafo que focava seu trabalho no fotojornalismo.

Romanstimo: 

O Romanstimo não está relacionado apenas na parte do amor, mas sim em:

  • valorização do sentimento e da imaginação;
  • nacionalismo;
  • valorização da natureza;

→ Vitor Meireles foi um dos pintores do período do Romanstimo.

→ “A Missa do Brasil” foi uma de suas obras;

História.

Conteúdo: Colonização, Miscigenação e Mamelucos, Comparação de Colônias, Revolução Industrial.

  • Colonização (Colonos): existem dois tipos de colonos: colonos de povoamento colonos de exportação. Observe o exemplo abaixo para ser explicado de uma maneira bem exemplificada:

Se um colono de povoamento encontrasse um saco de ouro em seu quintal, ele não pegaria. Pois um colono de povoamento está ali para trabalhar e ganhar o seu próprio dinheiro. Se o fato fosse ao contrário, um colono de exportação,  encontrasse um saco de ouro em seu quintal, ele pegaria para si, pois todo aquele ouro iria ser para seu benefício, ele usaria para melhorar a sua vida.

→ Procura de ouro nas colônias inglesas e portuguesas, outra semelhança entre elas é: o movimento nacionalista que surgiu em ambas colônias.

  • Miscigenação: a população formou-se em três grupos étnicos básicos: indígena, branco e negro. Miscigenação é o cruzamento com um grupo diferente. (Ex: branco com negro/japonês e brasileiro).
  • Mamelucos: filho de pessoas de grupos diferentes (indígena com branco, ou negro), possuí as mesmas características que pai e mãe, apesar de ser mestiço.

Comparação: Colônias da América portuguesa e espanhola:

A atividade agrária e mineração se constituí na base de exportação das colônias das duas Américas. 

Revolução Industrial:

Inglaterra foi o primeiro país a ter condições favoráveis de investir na utilização da máquina. Outros tipos de invenções é a máquina a vapor, de James Watt.

Semanas de provas: Filosofia do Segundo ano.

estudando-3 (1)Olha quem está de volta para a minha infelicidade: provas bimestrais! E com ela, vem aqueles montes de datas marcando provas de diferentes matérias. E como as provas estão de volta, a categoria “Escolar” está voltando na ativa. Amanhã (segunda-feira) tenho duas provas: Filosofia e Inglês. Eu até pretendia fazer uma revisão para Inglês, mas a forma de cada professor explicar uma matéria é diferente, e pode acabar confundindo você na hora de fazer a prova. Por isso, decidi fazer apenas a revisão de Filosofia.

Os tópicos que iremos ver hoje são: Aristóteles, Metafísica, Vícios e Virtudes, Sócrates e Platão. Vamos lá!

DICA: Se você souber algo sobre o que se pede na pergunta, acrescente em sua resposta. Sua resposta ficaria muito completa, e a enriqueceria. A sua nota pode até ser maior, por causa disso.

Aristóteles: teve um papel muito importante para o desenvolvimento da ciência no ocidental do mundo. Seu trabalho trás fundamento sobre lógica, filosofia, física, astronomia, entre outros. Desenvolveu sua filosofia em aposição a academia de Platão, que pregava o dualismo, estabelecendo uma distomia insuperável: a realidade material do mundo natural e a realidade abstrata do mundo das formas. Escolheu a filosofia como ciência das causas primarias.

Metafísica na visão de Aristóteles: entre suas obras uma das mais importantes é a metafísica, que tem como objetivo apresentar uma definição ampla do conhecimento e de seu processo de formação desde as sensações até o saber teórico passando experiência a técnica (arte) e os vários tipos de ciência. Em sua metafísica, fala a cerca dos primeiros princípios, que dizem respeito aos princípios lógicos, a saber: Princípio de identidade da mão contradições e do terceiro excluído (auto-evidente).

O princípio da mão contradição, afirma que uma proposição não pode ao mesmo tempo ser falsa e verdadeira.

METAFÍSICA: O bem é uma realidade suprema, perfeita, que deve ser desejado como tal.

Vícios e virtudes: o vício é a desaprovação de uma atitude, que significa falha ou defeito, frente aos valores vigentes de uma determinada sociedade, externa e individual. A virtude é uma qualidade moral particular, definida por um grupo social de acordo com valores vigentes de uma sociedade individual.

Exemplo de vícios: tudo aquilo que você quer sempre mais. Cigarro e maconha são ótimos exemplos, assim como a Coca-cola, vídeo-game, internet, etc. (Luxúria, gula, ira, também são vícios).

Exemplo de virtude: livros, família, igreja. (Humildade, respeito, humildade, amor)

Brincando de professora: Densidade Absoluta – Química.

QUIMICA2Havia vido em um outro blogger uma coisa que eu achei bastante interessante e resolvi começar a fazer aqui também. Chama-se brincando de professora, sempre que eu estiver estudando para uma nova matéria ou uma prova, irei postar métodos de estudo e algum resumo que possa ser útil. Vou começar com Química, e uma matéria bem fácil e simples de se resolver.

Densidade Absoluta.

Massas atômicas:

Ca: 40u  Mg: 27u  Na: 23u

P: 31u    Av: 197u  H: 1u

O: 16u    Br: 80u   C: 12u

Cl: 32u   N: 14u    Cr: 52u

*OBS: A tabela com o número de valores não é necessariamente ser decorada, pois sempre deve estar acompanhada de cada exercício.

Ex: Ca3 (PO4)3

Antes do “abre parenteses” temos uma massa e um número. Para resolvermos essa primeira conta, deve-se separar o valor de “Ca” e depois multiplicar pelo número que está acompanhado, no caso o 3.

Ca = 3×40 = 120

Logo após ter feito essa multiplicação, partiremos para resolver o que está dentro do parenteses e o número que está fora dele. Como tem um número fora do parenteses, ele será multiplicado junto com a massa de “P” e depois a massa “O” multiplicará o valor que está entre parenteses.

P = 3×31 = 93

O = 12×16 = 192

Para obtermos o resultado final, basta somar todos os resultados: 120 + 93 + 192 = 405.

Em uma prova ou qualquer exercício feito em apostila ou caderno, deve-se colocar assim: mm C23 (Po4)3 = 405.

Bem fácil, né? Vou deixar mais uma continha aqui, e vocês resolvem para ver se foi entendido! Qualquer dúvida, comunique por e-mail ou comente.

H2 Cr3 04